Lendo os livros velhos, ele foi tratado como resto
No escritório portuário, Caio é tratado como sobra útil por Helena e Eduardo diante de testemunhas, mas enxerga um erro nos livros-caixa que eles não percebem. Uma ligação da emergência transforma a humilhação doméstica em corrida contra o relógio: há um paciente, um dossiê e uma transferência que precisam ser resolvidos antes da manhã. Caio sai calado, levando na memória uma prova documental capaz de virar o tabuleiro.