A humilhação pública e o contrato impossível
Helena chega à reunião para preservar sua autoridade, mas Rafael a desautoriza publicamente com uma contestação formal que reduz seu valor na mesa e ameaça sua posição antes da audiência do conselho. Guilherme intervém com um casamento contratual como resposta estratégica, e Helena, em vez de ceder, negocia condições próprias diante das testemunhas. Ela exige presença pública equivalente, revisão independente e proteção real da sua voz institucional. Ao assinar, descobre que o contrato foi desenhado para blindá-la e, ao mesmo tempo, mantê-la no centro do escândalo — um vínculo que salva sua margem de ação, mas cobra um preço social imediato.