Casamento por contrato diante da placa de venda
Helena descobre a placa de venda da casa-refúgio com prazo explícito de quatro dias e é pressionada por Rafael Sampaio, que confirma que a contestação comum não segura a transferência. Tomás Valença surge com a proposta de um casamento por contrato para travar a venda e dar tempo de encontrar a prova escondida na propriedade. A oferta é feita em público, a rua observa, o rumor começa a circular e Helena termina o capítulo aceitando ver o contrato, sem perder a agência, mas já exposta socialmente.