O Preço do Silêncio
O suor escorria pelo pescoço de Elias, um fio gelado que contrastava com o ar viciado do subsolo da mansão Valente. O pendrive, pequeno e denso como uma sentença de morte, queimava no bolso de sua jaqueta. Acima, o som de botas táticas contra o mármore era um metrônomo de pânico. O sistema de segurança, que ele mesmo ajudara a implementar, agora caçava cada pulsação sua.
Elias alcançou a porta de serviço. Estava travada. Ele puxou o console de manutenção e digitou o código mestre — o segredo que, po
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