O Jogo de Poder
O tilintar da prata contra a porcelana chinesa era o único som na sala de jantar da mansão Alencastro, um silêncio cortante que a tempestade lá fora parecia amplificar. Elena manteve a postura impecável, embora seus dedos, sob a mesa, estivessem cravados no tecido da toalha. À sua frente, Caio observava o dossiê que ela havia deslizado sobre a mesa, o envelope pardo ainda selado com a marca da desgraça que ele tentava, a todo custo, conter.
— Você não deveria ter acesso a isso, Elena — a voz de Caio era um fio de navalha, fr
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